Papa rumo ao Brasil
O Papa Bento XVI deixou Roma nesta quarta-feira (9) rumo ao Brasil, onde fica até domingo (13). É a primeira visita do pontífice à América Latina. O Boeing 777 da Alitalia que trará o Papa ao Brasil deixou o Aeroporto Fiumicino, em Roma, às 9h08 locais, 4h08 no horário de Brasília.
A previsão é de que o avião pouse no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos, às 16h30. Toda parte da frente da aeronave é reservada ao Papa, que conta até com um quarto para descansar dentro do avião.
Em Guarulhos, o Papa desembarca em uma área exclusiva do Comando Militar da Aeronáutica e será recebido por autoridades e participará de uma breve cerimônia protocolar. Do aeroporto, Bento XVI segue de helicóptero para a Base Aérea do Campo de Marte, na Zona Norte.
A previsão é de que o avião pouse no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos, às 16h30. Toda parte da frente da aeronave é reservada ao Papa, que conta até com um quarto para descansar dentro do avião.
Em Guarulhos, o Papa desembarca em uma área exclusiva do Comando Militar da Aeronáutica e será recebido por autoridades e participará de uma breve cerimônia protocolar. Do aeroporto, Bento XVI segue de helicóptero para a Base Aérea do Campo de Marte, na Zona Norte.
Falando a jornalistas a bordo do avião, o papa falou sobre o aborto, um tema polêmico, que está na pauta em muitos países, como Estado Unidos, México, Itália e o próprio Brasil.
O papa foi questionado se apoiava os líderes eclesiásticos mexicanos que ameaçaram excomungar parlamentares esquerdistas que no mês passado aprovaram a legalização do aborto na Cidade do México.
"Sim, esta excomunhão não seria arbitrária, mas sim permitida pela lei canônica, que diz que matar uma criança inocente é incompatível com receber a comunhão, que é receber o corpo de Cristo", disse ele.
"Eles [líderes da Igreja mexicana] não fizeram nada de novo, surpreendente ou arbitrário. Eles simplesmente anunciaram publicamente o que está contido na lei da Igreja, que expressa nossa apreciação pela vida e que a individualidade humana, a personalidade humana estão presentes desde o primeiro momento."
Pela lei eclesiástica, quem propositalmente fizer ou apoiar algo que a Igreja considera um pecado grave, como o aborto, impõe a si mesmo uma "excomunhão automática".
O papa disse que os parlamentares que votam a favor do aborto têm "dúvidas sobre o valor da vida e a beleza da vida, e mesmo uma dúvida sobre o futuro".
"O egoísmo e o medo estão na raiz da legislação [pró-aborto]", disse ele. "Nós, da Igreja, temos uma grande luta para defender a vida. A vida é um presente, não uma ameaça."
O papa foi questionado se apoiava os líderes eclesiásticos mexicanos que ameaçaram excomungar parlamentares esquerdistas que no mês passado aprovaram a legalização do aborto na Cidade do México.
"Sim, esta excomunhão não seria arbitrária, mas sim permitida pela lei canônica, que diz que matar uma criança inocente é incompatível com receber a comunhão, que é receber o corpo de Cristo", disse ele.
"Eles [líderes da Igreja mexicana] não fizeram nada de novo, surpreendente ou arbitrário. Eles simplesmente anunciaram publicamente o que está contido na lei da Igreja, que expressa nossa apreciação pela vida e que a individualidade humana, a personalidade humana estão presentes desde o primeiro momento."
Pela lei eclesiástica, quem propositalmente fizer ou apoiar algo que a Igreja considera um pecado grave, como o aborto, impõe a si mesmo uma "excomunhão automática".
O papa disse que os parlamentares que votam a favor do aborto têm "dúvidas sobre o valor da vida e a beleza da vida, e mesmo uma dúvida sobre o futuro".
"O egoísmo e o medo estão na raiz da legislação [pró-aborto]", disse ele. "Nós, da Igreja, temos uma grande luta para defender a vida. A vida é um presente, não uma ameaça."
Com informações do G1

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