NOSSA ESPIRITUALIDADE

Amor e Reparação. "Eis o que nos pede o Nosso Senhor através de nossas obras. Amar ao Pai que tanto nos ama. Amar ao Filho que, em prova de seu Amor para conosco, cumpriu a vontade do Pai, por nós morrendo na cruz. Amor ao Espírito Santo que vela sobre nossas obras, nossos atos de amor. A reparação é entendida como um oferecimento de toda a nossa vida, nossas obras e agir, para reparar, para compensar os corações que ainda não amam ao Coração de Jesus."

 Oblação
O dehoniano deve ser reconhecido por atitudes que nascem de sua união à Cristo e que marcam todo o seu ser:
disponibilidade, amor à Eucaristia, obediência, espírito de comunhão, coragem de arriscar a vida pelo Evangelho em favor dos irmãos (sacrifício), solidariedade e gratuidade.
Enfim, isso significa fazer oblação: ter um coração grande, capaz de acolher, amar e servir. Assim o dehoniano é chamado a ser e a viver.

Fazer reparação significa: "acolhimento do Espírito (cf.1Ts 4,8), uma resposta ao amor de Cristo, comunhão ao seu amor pelo Pai e colaboração com sua obra redentora no mundo" (Constituições, n. 23). O dehoniano faz reparação quando acolhe o Espírito que renova os corações. Na Igreja, os dehonianos são chamados a ser servidores da reconciliação (cf. 2Cor 5,17-18). Por isso, os Dehonianos são chamados a ser "Profetas do amor e ministros da reconciliação" (Constituições, n. 7). a reparação, por sua vez, é o eixo central do "fazer"; é o critério que norteia as opções apostólicas.

Reparação
Fazer reparação significa: "acolhimento do Espírito (cf.1Ts 4,8), uma resposta ao amor de Cristo, comunhão ao seu amor pelo Pai e colaboração com sua obra redentora no mundo" (Constituições, n. 23). O dehoniano faz reparação quando acolhe o Espírito que renova os corações. Na Igreja, os dehonianos são chamados a ser servidores da reconciliação (cf. 2Cor 5,17-18). Por isso, os Dehonianos são chamados a ser "Profetas do amor e ministros da reconciliação"

 

SOBRE VOCAÇÃO

Vocação à vida

Segundo o projeto de Deus, o ser humano foi criado para o amor, à felicidade, à união com Deus, consigo mesmo, com os outros homens em harmonia com a natureza. Criado à imagem e semelhança de Deus, é chamado a uma vida digna, boa. Todos os seres são chamados ao mesmo destino no serviço ao ser humano.
Somos chamados a participar da obra de restauração do ser humano e do universo. Como podemos fazê-lo? Como você pode fazê-lo? Somos todos chamados à santidade, mas não confunda santidade com beatice ou esquisitice, isolamento do mundo ou outras coisas estranhas.

Por santidade entendemos a vontade de chegar à perfeição no seguimento a Cristo, sendo testemunhas dele onde quer que seja.

"Com todos os nossos irmãos na fé, somos chamados a seguir os passos de Cristo, para alcançar a santidade (Cst 13)".
A vocação à santidade nós recebemos no Batismo.
 

Vocações específicas

As vocações do leigo, religiosos(as) e dos presbíteros são específicas e complementares.
O que define e distingue não são as tarefas, as atividades, os "poderes", mas  a funcionalidade ou significação no âmbito da evangelização ou vocação essencial da Igreja.

>> Vocação Leiga: testemunhar os valores evangélicos, os ensinamentos de Cristo, dentro de sua realidade, no seu meio de atuação e vida, na família, no trabalho, na política. Por isso, ele é agente evangelizador dos mais diversos meios e segmentos da sociedade.
>> Vocação religiosa: caracteriza-se por ser uma opção radical pelo seguimento de Jesus no espírito das bem-aventuranças. Os religiosos fazem, por opção de vida que decidiram abraçar, os votos de pobreza, castidade e obediência. Eles vivem em comunidade, têm os bens em comum, renunciam sua autonomia, aceitando assim prestar obediência a um superior.
>> Vocação Presbiteral: o presbítero (padre) é aquele que representa Cristo enquanto pastor que convoca, reúne e envia em missão a comunidade eclesial. Ele faz parte do presbitério (clero diocesano) coordenado pelo Bispo, e desempenha as funções que o Bispo lhe atribui.
O presbítero pode trabalhar sozinho em uma paróquia, não precisa morar em comunidade. Ele administra o perdão pela penitência, prega o Evangelho, preside a liturgia da missa e ministra os demais sacramentos.


Padre Religioso e Diocesano
Vida religiosa e sacerdócio são duas coisas distintas. Alguém pode ser só padre, outros só religiosos. Mas há um terceiro que pode ser religioso (com os três votos) e também ordenado, que são os padres religiosos.

Elementos diferentes:

Padre Diocesano
a) dependência permanente ao Bispo
b) Vida autônoma (individual)
c) pertence à Diocese
d) transferência em geral somente na Diocese
e) administra a graça sacramental
f) voto de castidade é uma norma disciplinar; promete obediência ao Bispo

Padre Religioso

a) além do Bispo, tem o Superior Provincial
b) vida em comunidade
c) pertence a uma Congregação
d) pode ser transferido para outras Dioceses onde a Congregação atue
e) testemunho de fé através da fidelidade incondicional ao Plano de Deus; testemunha a esperança, caridade, vida em comunhão íntima com Deus
f) castidade como opção; votos de pobreza e obediência

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